“Todo jornalista quando presencia um fato, logo imagina uma pauta”. Me senti de fora da generalização que ouvi hoje pela manhã. Pois no meu caso, eu logo imagino um conto. Ou quando mais inspirada, uma cena em preto e branco.
É que eu gosto de cenários, de personagens – vou além do fato. Mas não penso neles de forma puramente utilitária. Transporto-os para meu mundo de suposições. Em instantes, já os coloquei em cena e com as falas devidamente decoradas.
É que eu gosto é de gente. Mais de longe do que de perto; mas gente. Eu, que preciso tanto de raízes, me permito viajar nos sonhos dos outros vez ou outra.
E que delícia, (!) quando posso transformá-los em sonhos meus.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário